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quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Embalagens criativas aumentam as vendas

O nível de atratividade das embalagens é essencial para envolver o consumidor no ponto de venda. O licenciamento de personagens famosos aliado ao design criativo pode potencializar ainda mais essa sedução. A Biotropic, por exemplo, tem 68% de sua produção voltada para produtos licenciados. A empresa busca se diferenciar no mercado através da inovação em suas embalagens, uma estratégia que vem garantindo aumento de penetração da marca na categoria de cosméticos infantis e que alcançou, segundo a empresa, um crescimento de 76% nas vendas em 2010.

De acordo com a Euromonitor International, o Brasil ocupa a 1ª colocação no rankingmundial do consumo de artigos infantis de higiene pessoal, com uma participação de 17,9%. Já o mercado de produtos licenciados no País deteve o crescimento médio de 12% nos últimos anos. Em entrevista exclusiva ao Portal Giro News o diretor da Biotropic, Marconi Arruda Leal, explicou porque a criatividade das embalagens é o grande diferencial da marca: “Temos o desafio de levar diversão para a hora do banho das crianças e isso é o que nos move. Assim, buscamos um envolvimento profundo no mundo infantil. Consequentemente investimos muito no desenvolvimento de embalagens atrativas”.

Quanto à criação e desenvolvimento dessas embalagens, a empresa conta com vários profissionais que participam do processo, desde a diretoria, departamento de marketing, designers da agência, fornecedores envolvidos, além de um profissional específico para desenvolver os moldes. “Nós estudamos os mercados, as novas tendências e definimos os personagens. Também nos preocupamos não só com a escolha dos personagens, mas com os ativos e fragrâncias que remetam ao universo desses personagens e, claro, ao mundo infantil”, explicou o diretor.

Se as embalagens se destacam nos pontos de venda e seduzem os seus consumidores, o diretor Marconi Arruda Leal garante que sim, baseado nofeedback varejista: “Temos distribuidores no Brasil inteiro e todos recebem muito bem cada novidade, pois sabem o potencial desses lançamentos. Em setembro, às vésperas da Beauty Fair, realizamos a nossa convenção nacional de vendas e apresentamos as novidades a serem lançadas na feira. O retorno foi extremamente positivo e todos foram bastante entusiasmados para o evento. As vendas pós-feira traduzem muito bem essa aceitação”, declarou o diretor.

Fonte: Portal Giro News

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Lançamentos de embalagens têm alta pela primeira vez no ano

Crescimento no terceiro trimestre foi de 28,63% no Brasil e de 5,97% no mundo, ante mesmo período de 2010 

O lançamento de embalagens no Brasil teve alta, pela primeira vez no ano, de 28,63% no terceiro trimestre de 2011, em comparação com o mesmo período de 2010, segundo levantamento do Núcleo de Estudos da EmbalagemESPM. Foram lançadas ou renovadas 3.437 embalagens nos últimos três meses, mostrando uma superação do período de cautela, já que os dados do segundo trimestre no país apresentaram queda de 1,73% na mesma base de comparação.

Globalmente, a tendência também é positiva pela primeira vez em 2011, com uma alta de 5,97% neste terceiro trimestre, com 70.653 embalagens contra 66.676 na avaliação do ano passado. A queda global no segundo trimestre deste ano havia sido de 6,49%.

Apesar da crise, os Estados Unidos continuam liderando o ranking de países, com 11,63% de lançamentos. Em segundo lugar, vem a Alemanha (6,65%), que passou o Reino Unido (6,32%), agora em terceiro lugar. O Brasil subiu uma posição desde o segundo trimestre do ano, ocupando a sétima posição, com 4,86%. Aparecem ainda França (5,49%), Japão (5,28%), Índia (4,97%), China (4,73%), Canadá (3,98%) e Itália (3,11%).

Entre as categorias, mantêm a liderança nos lançamentos globais os biscoitos doces, com 2,99%, produtos para os lábios, com 2,83%, e para o rosto, com 2,78%. Já no âmbito nacional, os biscoitos doces (4,19%) são seguidos pelos esmaltes de unha (3,96%) e sombra para olhos (3,03%).

Em relação às marcas, a Unilever saiu do segundo lugar na última avaliação para o primeiro na lista de empresas com lançamentos globais, com 1,44%, desbancando a Procter & Gamble, que desta vez ocupou a terceira posição, com 1,21%. A Avon manteve-se no segundo lugar, responsável por 1,25% dos lançamentos. Completam a lista a rede de supermercados Aldi (0,98%), a Nestlé (0,95), a Makeup Art Cosmetics (0,77%), a Tesco (0,69%), a Oriflame (0,63%), a L´Oréal (0,63%) e a Seven & I Holdings (0,54%).

Na comparação por empresas no Brasil, a Natura lidera com 2,01%, seguida por Avon, que também se mantém em segundo no país, com 1,54%. Completam a lista das 10 primeiras a Bonyplus (1,51%), também de cosméticos, a Delly Kosmetic (1,48%), a Unilever (1,31%), a Nestlé (1,25%), a Cosmed (1,16%), o supermercado Dia (1,13%) e a Felicittá Looks (1,11%), empatada com o Grupo Boticário. Já as marcas próprias respondem por 22,82% dos lançamentos no mundo e 12,71% no Brasil.

Tanto no Brasil quanto no mundo, o posicionamento Eco-friendly aparece em terceiro lugar, estando nacionalmente em 17,25% do total de embalagens e 9,22% globalmente. No Brasil, ocupam os primeiros lugares as citações “sem alergênio”, com 30,2%, e “sem glúten”, com 29,76%. Internacionalmente, o posicionamento mais utilizado é o de embalagens botânicas ou herbais, com 11,51%, seguido por “sem aditivos” (11,4%).

O plástico ainda é o material mais utilizado pelas empresas. No Brasil e no mundo, ele está nas primeiras posições, com plástico não-especificado obtendo 34,59% nacionalmente e 34,14% internacionalmente. Já o plástico PET é responsável por 9,02% das embalagens no país e 8,56% no mundo.

Sobre o tipo das embalagens, aparecem no Brasil as flexíveis em primeiro lugar, com 32,76%, seguidas por garrafa (22,03%), caixa de cartão (9,19%), tubo ou bisnaga (6,92%), frasco (5,88%), pote (4,16%), estojo (3,7%), sachê flexível (3,08%), stand up pouch flexível (2,41%) e lata (1,95%). Os resultados são similares aos da avaliação mundial, que tem flexíveis (26,83%), garrafa (21,99%), tubo ou bisnaga (8,47%), caixa de cartão (6,86%), frasco (6,3%), pote (5,99%), sache flexível (4,26%), lata (3,24%), estojo (3,05%) e stand up pouch flexível (3%).

Fonte: Mundo do Marketing

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Bombril amplia uso de PET na linha de detergentes Limpol

Seguindo uma tendência do mercado de bebidas, a Bombril adquiriu uma linha blocada para o trabalho com embalagens de PET do tipo. Formada por um bloco sopradora-enchedora, a linha já está em funcionamento na fábrica da Bombril em São Bernardo do Campo (SP), sendo utilizada para o envasamento do detergente líquido Limpol em frascos de 500 mililitros.

De acordo com a Krones do Brasil, fornecedora do maquinário, trata-se do primeiro caso de linha com sistema blocado fornecida para uma indústria nacional de higiene e limpeza. O sistema, de alta velocidade, é capaz de atingir um rendimento de 28 000 embalagens por hora.

A construção em bloco ocupa menos espaço e simplifica a linha de produção, por dispensar equipamentos como o rinser, responsável por efetuar a lavagem de recipientes. Logo, não há consumo de água. O sistema elimina também o transporte aéreo das embalagens, garantindo redução do consumo energético ao longo do processo.

A Bombril adquiriu o sistema blocado para substituir parte das embalagens de polietileno de alta densidade (PEAD) pelas de PET. Parcela das embalagens é de PET reciclado, o que permitiu uma redução do peso do recipiente. Houve, conseqüentemente, uma diminuição também nos custos financeiros com resina.

Fonte: EmbalagemMarca

Consumidores reclamam que letras nas embalagens estão menores

É direito básico do consumidor, ter informação clara e adequada.

Aquele tormento, que é enxergar as letrinhas miúdas das embalagens no supermercado, piorou. Elas ficaram ainda menores. De longe ou mais perto, nada. "Não consigo mesmo", diz uma mulher.

Nem com óculos dá para entender uma letra tão miúda. "É difícil, não é fácil, não", afirma Edson. Sem os óculos então, sem chance. "Aí não enxergo nada. Só com lupa", brinca.

Já que o Edson deu a deixa, com a lupa vai. "Deu certo. Melhora bem a legibilidade das letras com a lupa", completa.

Letras pequenas em um espaço ainda mais apertado. Muitas indústrias estão diminuindo o tamanho dos rótulos, para desespero do consumidor. Em um produto, o rótulo que antes ocupava todo o espaço foi reduzido. O que não encolheu, ficou mais estreito. Em um mercado, há dois lotes diferentes do mesmo produto. O Bom Dia comparou os dois rótulos. Veja no vídeo.

"Deve ser para embolsar mais um pouco", reclama uma mulher. "Uma pessoa que quer ler realmente, ter uma informação melhor, fica difícil", comenta outra.

Tem mais surpresa nas prateleiras. Em uma embalagem, todas as informações agora estão na parte da frente. O antigo rótulo do verso sumiu. Em outro, para saber o que diz o fabricante, só lendo por meio do líquido, tudo em letra bem pequena. "Não enxergo nada. Tudo embaralhado", diz uma mulher

Mas essa estratégia contraria o código de defesa do consumidor. "É direito básico do consumidor, ter informação clara e adequada. Não adianta que isso não é informar, é enganar", afirma o advogado Flávio Caetano de Paula.

O jeito é reclamar e procurar seus direitos. "Ir atrás, se informar para exigir o direito, porque se ele não exigir o direito, quem vai fazê-lo? Precisamos reclamar mais, pois senão, não vai mudar", completa o advogado.

Fonte: Midia News